A partir de que idade pode?
Desde os primeiros dias de vida. As técnicas são adaptadas para cada fase: recém-nascidos, bebês e crianças maiores.
Fisioterapia respiratória machuca?
Não. As técnicas são suaves. Às vezes a criança chora por estranhamento do manuseio, como no banho ou na troca de roupa, e isso diminui conforme ela se acostuma comigo.
Quantas sessões meu filho vai precisar?
Depende do quadro. Crises respiratórias costumam evoluir bem em poucas sessões: muitas famílias percebem diferença já na primeira. Desenvolvimento motor é um acompanhamento mais contínuo. Na avaliação eu explico o plano e o tempo esperado.
Como funciona o atendimento em casa?
Eu levo tudo: equipamentos e materiais devidamente higienizados. Seu filho é atendido no lugar onde se sente mais seguro, e você acompanha tudo de perto.
Preciso de encaminhamento do pediatra?
Não é obrigatório. Muitas famílias chegam por indicação médica, mas você pode me procurar diretamente, e eu trabalho em parceria com o pediatra do seu filho sempre que necessário.
Atende recém-nascidos e prematuros?
Sim. As técnicas são adaptadas para a fragilidade e o tempo de cada bebê, incluindo prematuros, com todo o cuidado que essa fase exige.
Quanto tempo dura a consulta?
A avaliação inicial costuma ser mais longa, para eu entender o quadro com calma. As sessões seguintes têm duração adequada à idade e à condição do seu filho, sem pressa.
Faz diferença começar cedo?
Sim, e bastante. Quanto mais cedo o quadro respiratório ou motor é identificado, mais simples e rápida costuma ser a recuperação — e menor a chance de ele se agravar.
Quanto custa?
O valor varia conforme o tipo de atendimento e a região. Me chame no WhatsApp, me conte o caso do seu filho e eu te passo tudo direitinho, sem compromisso.